sexta-feira, junho 16, 2006

Pra segurar.

Uma loucura,
insensível,
intensa, imensa,
Confusa, uma ternura.
Imprevisível.
Sincera, Se espera.
Um encanto,
A sorte, o corte, a perdição.
A predileção.
Sabe como é, nunca
Se aprende!

Frio.

Sem vontade de rezar,
Bem assim que se define,
Sem querer ser notado,
Pior quando sumiu.
Nada, pior quendo se percebe,
O que evidencia, é o que se esconde.
Tentar ir embora, mas não ter pra onde.
Não há espaços nos devaneios,
Abrupto, que não tem meio.
Ilusão que semeou,
Daí então, não mais se consolou.